Posts Tagged ‘Mac’

1º Encontro Brasileiro de Arquitetura da Informação

Posted in Tecnologia on June 16th, 2007 by Marcelo Rodrigues – 1 Comment

Saiu hoje no Revolução Etc.

Se eu tiver condições de ir, estarei presente com certeza. Apesar do meu foco profissional ser o desenvolvimento mais voltado para programação, gosto muito também desta parte de arquitetura da informação. Aliás, qualquer coisa relacionada a gestão da tecnologia da informação, me interesso. Arquitetura principalmente, depois que participei de alguns projetos de reestruturação de alguns sites, atuando desde o rascunho do projeto, análises, desenhos, protótipos até a implementação e publicação final. Enfim, só quem pariticipa, sabe o quão importante é arquitetura da informação e de quanto essa é uma parte da gestão da informação que merece realmente uma profissionalização.

 A quem interessar, fica aí dica. Ah, o link para o site do evento é este: http://www.aibrasil.org/encontro/home/

Safari para Windows

Posted in Tecnologia on June 11th, 2007 by Marcelo Rodrigues – 1 Comment

Saiu a versão para Windows.

Sendo sincero, não gostei. Já quando li o post no Tableless e fui comentar, o bicho travou. Não consegui nem vizualizar os campos do formulário de comentários. Mas enfim, vai ver que dei azar. Algumas listas não ordenadas de alguns sites ficaram totalmente desalinhadas.

Pra falar a verdade, tem gente dizendo que foi  uma bela jogada da Apple para abocanhar uma fatia do mercado de browsers. Já eu penso que foi um tiro no pé, pelo menos por enquanto, porque se preocuparam mais em lançar o Browser para Windows adaptado muito porcamente.

Sinceramente, acho que uma das vantagens da Apple é que tudo nela é bonitinho, mas somente no que diz respeito ao seu sistema. Já tentei rodar várias coisas com visual a la maçã e não gostei nenhum um pouco. Com o Saffari não foi diferente. As fontes renderizam muito diferente do Windows, talvez pela engine KHTML não ser tão amigável no Windows quanto no Linux e Mac. A interface do Browser também poderia deixar de imitar o visual do MAC e entrar pra cara de Windows mesmo, deixando o usuário mais livre a escolha de como deve ficar, afinal se o cara muda o tema do Windows, a tendência é também a interface do browser mudar um pouco, mas isso não acontecerá no Safari.

Mas bem, apenas uma singela opinião. Vou deixar instalado aqui, afinal, para desenvolvimento foi uma bela notícia.

Até a próxima.

Alterando o Lumine Config para diferentes servidores

Posted in Php on March 16th, 2007 by Marcelo Rodrigues – 2 Comments

Atualmente venho utilizando o Lumine, um framework usado para mapeamento objeto relacional para banco de dados, que foi desenvolvido pelo Hugo, meu amigo e ex-sócio na administração do MXSTUDIO. Não me aprofundarei falando sobre as características do framework, deixando para um próximo post mais elaborado que certamente valerá a pena.

Em minha opinião, o Lumine está entre as melhores ferramentas para gerar e trabalhar um camada de persistência usando o mapeamento objeto relacional de um banco, graças a sua simplicidade de implementação e velocidade na execução dos comandos de inserção e seleção de dados.

Como disse anteriormente, em outro post relatarei em detalhes a ferramenta, que segundo o autor, ainda necessita de uma documentação mais completa que ainda não pôde ser feita devido à falta de tempo do mesmo. Desta forma, quem tiver interesse em contribuir, fique a vontade.

No Lumine existe um arquivo de configuração que é utilizado para todas as operações entre a aplicação e o banco de dados, desde a conexão, carregamento das classes referentes aos objetos relacionais, engenharia reversa, criação deschemas, etc. Este arquivo pode ser gerado tanto em XML quanto em PHP. Particularmente, acredito que o formato PHP é mais interessante por ter as informações de configuração armazenadas em um array , impossibilitando desta forma que um usuário veja esses dados acessando o arquivo direto pela URL, caso o mesmo esteja visível na árvore de diretórios do site. Já comXML isso não acontece, a não ser que você configure os mime types permitidos para acesso externo, ou simplesmente altere a permissão do mesmo arquivo via FTP para que ele não seja lido pelo via browser.

Aqui vou falar apenas do arquivo PHP, uma vez que no XML o trabalho é manual mesmo, não há outra saída. No arquivo de configuração, há duas chaves importantes que são a base para o carregamento das classes de negócio:class-path e use-cache. Veja abaixo um exemplo deste arquivo:

$lumineConfig = array (
	’configuration’ => array (
		‘class-path’ => ‘C:\lumine’,
		‘host’ => ‘localhost’,
		‘database’ => ‘meudatabase’,
		‘dialect’ => ‘mysql’,
		‘port’ => ‘3306′,
		‘user’ => ‘usuario’,
		‘password’ => ‘*****’,
		‘package’ => ‘orm’,
		‘maps’ => ‘map’,
		‘use-cache’ => ‘C:\lumine\cache.txt’,
		‘remove_prefix’ => ”,
		‘acao’ => ‘Iniciar’,
		‘create-classes’ => ‘1′,
		‘create-maps’ => ‘1′,
		‘escape’ => ‘1′,
		‘empty-as-null’ => ‘1′,
		‘generate-accessors’ => ‘1′,
		‘fileDate’ => filemtime(__FILE__)
	),
	’maps’ => array (
	‘map.Pessoa’
	)
);

Repare que o valor do caminho do class-path é o padrão de diretório do Windows. Supondo que o seu servidor de produção seja Linux e que o servidor de testes seja Windows, então é provável que um erro no carregamento das classes aconteça em um dos sistemas por um não reconhecer a árvore de diretório do outro. A solução neste caso seria alterar então o caminho do diretório de forma que cada sistema leia o arquivo que contenha o diretório relativo ao seu sistema de diretório, ou seja, uma versão para o Windows e outro para o Linux. Mas isso não é muito saudável, uma vez que um erro de sincronização poderia fazer com que um arquivo sobrescrevesse o outro. Já passei por esta experiência e posso afirmar que alterar caminhos físicos de diretório manualmente é extremamente trabalhoso e chato.

Este arquivo de configuração pode ser gerado tanto manualmente quanto automaticamente pelo LumineReverse, uma classe utilizada para a construção das classes e mapeamentos xml do banco usando engenharia reversa. Neste processo, o Lumine gera o caminho para as classes, mapeamentos e o cache, de acordo com o sistema operacional em que ele estiver rodando. Por isso, é bom ficar atento a este detalhe.

Uma solução para não ter problemas quanto ao caminho correto, é usar a função dirname do php, que retorna o caminho completo do arquivo passado por parâmetro. Neste caso, o parâmetro é a constante global __FILE__, que indica o caminho do arquivo relativo aoscript que está executando o comando. Exemplo:

<?php
// Caminho original do arquivo: C:\aplicacao\lumine-config.php
echo dirname(__FILE__); // Retorna C:\aplicacao
?>

Mas atenção, isso só é válido se você tiver o lumine-config no mesmo diretório dos diretórios de mapeamento e pacote de classes. Exemplo da estrutura:

aplicacao
/mapeamentos
/pacote
lumine-config.php
cache.txt

Alterando então as diretivas use-cache e class-path para que ambas funcionem em qualquer servidor, com a necessidade apenas de alteração do usuário, host e senha do banco a qual o script irá se conectar, o arquivo ficará assim:

$lumineConfig = array (
	’configuration’ => array (
		‘class-path’ => dirname(__FILE__),
		‘host’ => ‘localhost’,
		‘database’ => ‘meudatabase’,
		‘dialect’ => ‘mysql’,
		‘port’ => ‘3306′,
		‘user’ => ‘usuario’,
		‘password’ => ‘*****’,
		‘package’ => ‘orm’,
		‘maps’ => ‘map’,
		‘use-cache’ => dirname(__FILE__) . ‘/cache.txt’,
		‘remove_prefix’ => ”,
		‘acao’ => ‘Iniciar’,
		‘create-classes’ => ‘1′,
		‘create-maps’ => ‘1′,
		‘escape’ => ‘1′,
		‘empty-as-null’ => ‘1′,
		‘generate-accessors’ => ‘1′,
		‘fileDate’ => filemtime(__FILE__)
	),
	’maps’ => array (
	‘map.Pessoa’
	)
);

Assim, o carregamento verificará o caminho para as classes e para o arquivo cache.txt, de acordo com o que retornar a função dirname, em tempo real, e com o sistema em que o script estiver rodando, eliminando a possibilidade de erros e leitura dos dados por estarem em caminhos diferentes.

Em um outro artigo, falarei sobre o Lumine e introduzirei alguns macetes para inserção e seleção de dados simples e complexos.