Safari para Windows

Posted on June 11th, 2007 in Tecnologia | 1 Comment »

Saiu a versão para Windows.

Sendo sincero, não gostei. Já quando li o post no Tableless e fui comentar, o bicho travou. Não consegui nem vizualizar os campos do formulário de comentários. Mas enfim, vai ver que dei azar. Algumas listas não ordenadas de alguns sites ficaram totalmente desalinhadas.

Pra falar a verdade, tem gente dizendo que foi  uma bela jogada da Apple para abocanhar uma fatia do mercado de browsers. Já eu penso que foi um tiro no pé, pelo menos por enquanto, porque se preocuparam mais em lançar o Browser para Windows adaptado muito porcamente.

Sinceramente, acho que uma das vantagens da Apple é que tudo nela é bonitinho, mas somente no que diz respeito ao seu sistema. Já tentei rodar várias coisas com visual a la maçã e não gostei nenhum um pouco. Com o Saffari não foi diferente. As fontes renderizam muito diferente do Windows, talvez pela engine KHTML não ser tão amigável no Windows quanto no Linux e Mac. A interface do Browser também poderia deixar de imitar o visual do MAC e entrar pra cara de Windows mesmo, deixando o usuário mais livre a escolha de como deve ficar, afinal se o cara muda o tema do Windows, a tendência é também a interface do browser mudar um pouco, mas isso não acontecerá no Safari.

Mas bem, apenas uma singela opinião. Vou deixar instalado aqui, afinal, para desenvolvimento foi uma bela notícia.

Até a próxima.

Yahoo! fechará antigo serviço de fotos sem migrar usuários

Posted on May 5th, 2007 in Opinião, Tecnologia | No Comments »

Se tem uma coisa que considero fator essencial quando um serviço ou empresa é comprada por outra empresa, é o respeito ao cliente, desde o atendimento até a preservação de suas informações. Mas nem sempre isso acontece, não é mesmo?

Para falar a verdade, sou mais fã do Google, abertamente, não só pela criatividade dos caras, mas também pela estratégia de oferecer serviços. Tá, vá lá que com o Docs & Spreadsheets deram uma vacilada na interface, que eu particularmente achava bem melhor quando ainda era o Writely. Mesmo assim, os caras primam por essa qualidade no que diz respeito ao usuário ou cliente, seja do próprio serviço, ou do que eles adquiriram.

Mas bem, todo mundo sabe que o Yahoo! é dono do Flickr, famoso serviço de publicação de fotos baseado em Web 2.0 (blergh). Sabe-se também que a base de usuários do Flickr foi integrada ao Yahoo!. Mas uma coisa nessa integração (?) eu achei um vacilo muito grande e por isso citei o Google, pos eles não vacilaram nesse ponto ao comprar e integrar serviços a sua base, como o Writely, Analytics entre outros, onde a conta do Google é válida para acessar ambos os serviços, aproveitando, os dados e documentos do usuário que por ventura utilizasse os outros serviços antes de serem adquiridos pelo Google.

Exemplo, o Writely. Eu possuía uma conta lá antes mesmo de ser adquirido pelo Google, e logo após a compra do serviço, o Google desenvolveu uma interface para que você unificasse a sua conta com a conta antiga do Writely, importando desta forma os documentos na base antiga para a nova base do Docs & Spreadsheets. Ou seja, houve um total respeito ao usuário (cliente) no que diz respeito a preservação de suas informações.

Mas, parece que isso não está sendo levado em conta no Yahoo!, e mesmo nesse meio tempo em que o Flickr esteve em suas mãos, não desenvolveram uma estratégia para que os usuários do serviço de fotos do site pudesse migrar automaticamente em poucos passos, sem necessidade de backup, suas fotos para a base do Flickr. Preferiram adotar a estratégia de avisar aos usuários sobre a desativação do serviço e pedir para transfiram manualmente seus arquivos para uma nova conta do Flickr.

Agora pense comigo, quantos usuários utilizam o serviço e precisarão migrar antes de o serviço ser desativado? Imagino que milhões. Alguém duvida que essa estratégia não foi das melhores?

Quer saber mais, clique aqui e aqui.

Desenvolvendo no padrão MVC com Zend Framework

Posted on April 26th, 2007 in Framework, Php, Tecnologia | 1 Comment »

Quando se fala de desenvolvimento no padrão MVC com o PHP a primeira palavra que se vém a mente é framework. E pesquisando sobre essa palavra, iremos encontrar uma vasta lista de ambientes. Desta lista, já testei o Symfony, Cake, CodeIgniter e QCodo. Até agora, nenhum satisfez minhas necessidades completamente, talvez por serem fechados ou pesados demais, esta é minha a opinião. Mas isso até eu começar a estudar o Zend framework, que não é exatamente um framework, mas sim um conjunto de componentes prontos que oferecem funcionalidades para se montar um framework de desenvolvimento no padrão MVC, como também utilizar os mesmos componentes em aplicações que não usem necessariamente este padrão.

A proposta dele é excelente, o que possibilita digamos, da criação do seu próprio framework, com a estrutura (scaffold) criada a sua maneira. Existem excelentes artigos já em português falando sobre ele, além de um manual completo de utilização. Por isso não vou me estender falando sobre ele.

Uma das dificuldades de alguns desenvolvedores que começaram a utilizá-lo e alvo de constantes questionamentos é a falta do componente que implementa a camada Model. Apesar de já possuir uma bom componente para abstrair o banco de dados e manipular seus dados sem a necessidade de muitos comandos SQL, a camada model ainda faz uma falta, mesmo não sendo um problema grave, já que é possível utilizar qualquer biblioteca que faça o mapeamento objeto relacional como o Lumine, Propel, Doctrine entre outros. Mas ao utilizar qualquer uma dessas bibliotecas, o componente Zend_Db acaba perdendo um pouco a sua utilidade.

Por isso, resolvi escrever e tentar submeter este componente ao core do ZendFramework. Até o momento tenho duas classes escritas parcialmente em testes: Zend_Model e Zend_Model_Import. A primeira classe mapeia o diretório onde estão as entidades e as carrega a medida que forem sendo necessárias, usando um arquivo XML gerado que armazena dados de conexão ao banco ou simplesmente usando uma conexão já feita anteriormente. A segunda classe lista as tabelas do banco e gera as classes das entidades do modelo automaticamente ou importa a partir de um xml contendo todo o esquema do banco.

Nos próximos posts vou mostrar mais ou menos como estou implementando essa camada e coletar sugestões para futuras alterações, antes de submetê-la.

Até a próxima.

Quer trabalhar no Google?

Posted on April 1st, 2007 in Geral | No Comments »

Você é um jovem empreendedor, que compartilha com outras pessoas ao redor do mundo o desejo de desfrutar do ambiente de trabalho e incentivos do Google? Então faça como o Fábio Ricotta.

Se o Google não prestar atenção no Fábio, estará perdendo uma baita oportunidade de ter um funcionário com excelentes capacidades empreendedoras, a julgar pela brilhante idéia de convencimento que o mesmo teve.

Tire a prova por si mesmo: http://www.euquerotrabalharnogoogle.com/ajude-o-ricotta-e-pule-no-puff-do-google.html

Firefox e o problema de consumo de memória

Posted on March 28th, 2007 in Geral, Tecnologia | 2 Comments »

Embora o Firefox seja minha opção enquanto browser para navegar e desenvolver, tenho optado por usar outros mais leves para tarefas rápidas que não necessitem de um tempo de permanência muito grande com o browser aberto. O Seamonkey tem sido um quebra galho, já que ele é bem mais rápido e usa a mesma engine de renderização do Firefox, mas o visual a lá Netscape 4.0 não me agrada nenhum um pouco. Até mesmo o Internet Explorer tem sido uma mão na roda nestes momentos.

Ao ler o post do Élcio, vi que não estou sozinho nesta luta contra o consumo excessivo de memória do Firefox. Já havia tentado a algum tempo algumas possibilidades: reinstalá-lo, desinstalar temas e extensões, excluir e criar novos perfis, mas todas sem muito ou nenhum resultado. A única que chegou a dar um basta temporário no problema, que é conhecido como Memory Leak, foi desabilitar a extensões Firebug e Flashgot, usadas para desenvolvimento e downloads em massa, respectivamente. Neste processo, obtive uma economia em torno de 10 a 15MB de memória por aba aberta, o que já uma grande quantidade de memória considerando que eu constumo trabalhar com no mínimo 10 abas abertas. Calculando, meu gasto com memória está na casa dos 150MB. Até mesmo o Eclipse que é escrito em Java e é praticamente um elefante de peso no consumo de memória não chega a este índice.

O problema que faz o Firefox consumir esta quantidade de absurda de memória ainda é desconhecido, mas pesquisando observei que o mesmo já é bem antigo, dada pela quantidade de reclamações. Já nos primeiros resultados cheguei a página da Mozillazine que fala sobre o problema e relata as prováveis soluções, inclusive relacionando as extensões e temas problemáticos.

Alterando o Lumine Config para diferentes servidores

Posted on March 16th, 2007 in Php | 2 Comments »

Atualmente venho utilizando o Lumine, um framework usado para mapeamento objeto relacional para banco de dados, que foi desenvolvido pelo Hugo, meu amigo e ex-sócio na administração do MXSTUDIO. Não me aprofundarei falando sobre as características do framework, deixando para um próximo post mais elaborado que certamente valerá a pena.

Em minha opinião, o Lumine está entre as melhores ferramentas para gerar e trabalhar um camada de persistência usando o mapeamento objeto relacional de um banco, graças a sua simplicidade de implementação e velocidade na execução dos comandos de inserção e seleção de dados.

Como disse anteriormente, em outro post relatarei em detalhes a ferramenta, que segundo o autor, ainda necessita de uma documentação mais completa que ainda não pôde ser feita devido à falta de tempo do mesmo. Desta forma, quem tiver interesse em contribuir, fique a vontade.

No Lumine existe um arquivo de configuração que é utilizado para todas as operações entre a aplicação e o banco de dados, desde a conexão, carregamento das classes referentes aos objetos relacionais, engenharia reversa, criação deschemas, etc. Este arquivo pode ser gerado tanto em XML quanto em PHP. Particularmente, acredito que o formato PHP é mais interessante por ter as informações de configuração armazenadas em um array , impossibilitando desta forma que um usuário veja esses dados acessando o arquivo direto pela URL, caso o mesmo esteja visível na árvore de diretórios do site. Já comXML isso não acontece, a não ser que você configure os mime types permitidos para acesso externo, ou simplesmente altere a permissão do mesmo arquivo via FTP para que ele não seja lido pelo via browser.

Aqui vou falar apenas do arquivo PHP, uma vez que no XML o trabalho é manual mesmo, não há outra saída. No arquivo de configuração, há duas chaves importantes que são a base para o carregamento das classes de negócio:class-path e use-cache. Veja abaixo um exemplo deste arquivo:

$lumineConfig = array (
	’configuration’ => array (
		‘class-path’ => ‘C:\lumine’,
		‘host’ => ‘localhost’,
		‘database’ => ‘meudatabase’,
		‘dialect’ => ‘mysql’,
		‘port’ => ‘3306′,
		‘user’ => ‘usuario’,
		‘password’ => ‘*****’,
		‘package’ => ‘orm’,
		‘maps’ => ‘map’,
		‘use-cache’ => ‘C:\lumine\cache.txt’,
		‘remove_prefix’ => ”,
		‘acao’ => ‘Iniciar’,
		‘create-classes’ => ‘1′,
		‘create-maps’ => ‘1′,
		‘escape’ => ‘1′,
		‘empty-as-null’ => ‘1′,
		‘generate-accessors’ => ‘1′,
		‘fileDate’ => filemtime(__FILE__)
	),
	’maps’ => array (
	‘map.Pessoa’
	)
);

Repare que o valor do caminho do class-path é o padrão de diretório do Windows. Supondo que o seu servidor de produção seja Linux e que o servidor de testes seja Windows, então é provável que um erro no carregamento das classes aconteça em um dos sistemas por um não reconhecer a árvore de diretório do outro. A solução neste caso seria alterar então o caminho do diretório de forma que cada sistema leia o arquivo que contenha o diretório relativo ao seu sistema de diretório, ou seja, uma versão para o Windows e outro para o Linux. Mas isso não é muito saudável, uma vez que um erro de sincronização poderia fazer com que um arquivo sobrescrevesse o outro. Já passei por esta experiência e posso afirmar que alterar caminhos físicos de diretório manualmente é extremamente trabalhoso e chato.

Este arquivo de configuração pode ser gerado tanto manualmente quanto automaticamente pelo LumineReverse, uma classe utilizada para a construção das classes e mapeamentos xml do banco usando engenharia reversa. Neste processo, o Lumine gera o caminho para as classes, mapeamentos e o cache, de acordo com o sistema operacional em que ele estiver rodando. Por isso, é bom ficar atento a este detalhe.

Uma solução para não ter problemas quanto ao caminho correto, é usar a função dirname do php, que retorna o caminho completo do arquivo passado por parâmetro. Neste caso, o parâmetro é a constante global __FILE__, que indica o caminho do arquivo relativo aoscript que está executando o comando. Exemplo:

<?php
// Caminho original do arquivo: C:\aplicacao\lumine-config.php
echo dirname(__FILE__); // Retorna C:\aplicacao
?>

Mas atenção, isso só é válido se você tiver o lumine-config no mesmo diretório dos diretórios de mapeamento e pacote de classes. Exemplo da estrutura:

aplicacao
/mapeamentos
/pacote
lumine-config.php
cache.txt

Alterando então as diretivas use-cache e class-path para que ambas funcionem em qualquer servidor, com a necessidade apenas de alteração do usuário, host e senha do banco a qual o script irá se conectar, o arquivo ficará assim:

$lumineConfig = array (
	’configuration’ => array (
		‘class-path’ => dirname(__FILE__),
		‘host’ => ‘localhost’,
		‘database’ => ‘meudatabase’,
		‘dialect’ => ‘mysql’,
		‘port’ => ‘3306′,
		‘user’ => ‘usuario’,
		‘password’ => ‘*****’,
		‘package’ => ‘orm’,
		‘maps’ => ‘map’,
		‘use-cache’ => dirname(__FILE__) . ‘/cache.txt’,
		‘remove_prefix’ => ”,
		‘acao’ => ‘Iniciar’,
		‘create-classes’ => ‘1′,
		‘create-maps’ => ‘1′,
		‘escape’ => ‘1′,
		‘empty-as-null’ => ‘1′,
		‘generate-accessors’ => ‘1′,
		‘fileDate’ => filemtime(__FILE__)
	),
	’maps’ => array (
	‘map.Pessoa’
	)
);

Assim, o carregamento verificará o caminho para as classes e para o arquivo cache.txt, de acordo com o que retornar a função dirname, em tempo real, e com o sistema em que o script estiver rodando, eliminando a possibilidade de erros e leitura dos dados por estarem em caminhos diferentes.

Em um outro artigo, falarei sobre o Lumine e introduzirei alguns macetes para inserção e seleção de dados simples e complexos.

Mais um estranho no ninho

Posted on March 16th, 2007 in Cotidiano | 3 Comments »

Este é o meu primeiro post neste blog utilizando a plataforma do WordPress, que dispensa comentários pela sua competência como o melhor sistema de blog já projetado.

Pretendo escrever e discutir aqui assuntos pertinentes ao meu cotidiano e experiências com projetos de desenvolvimento web, principalmente os que envolvam as linguagens de programação server e client-side JAVASCRIPT, PHP, RUBY, PYTON, entre outras.

Não poderia esquecer também o CSS e XHTML que também devem entrar na pauta dos meus posts, com menor frequência, é claro.

Quem estiver acompanhando o post neste momento, novidades não faltarão.