PHPHEDERAL 2011

Já foram iniciados os trabalhos para a realização do PHPHEDERAL 2011. E eu faço parte de corpo organizador desta vez junto com a atual coordenação do PHPDF. Vai ser um prazer ajudar a realizar o maior evento PHP do Distrito Federal.

Esse ano a proposta é fazer um evento bem direcionado ao profissional que já trabalha a muitos anos com PHP, com temas voltados a análise, arquitetura, engenharia e qualidade de software. Temas mais atuais, como metodologias ágeis também estão no cardápio.

Apesar de focar nos desenvolvedores mais experientes, por assim dizer, o público iniciante e menos experiente não vai ficar de fora. Palestras, estudos de caso e cursos serão ofertados na grade do evento.

O evento esse ano tem tudo para ser o melhor evento já realizado para os profissionais PHP no DF.

Mais novidades, no site do evento.

PHPHEDERAL – Desenvolvimento Orientado a Testes com PHP

Agradecendo ao pessoal que compareceu no 1º PHPHEDERAL, que compareceu e prestigiou o evento. Valeu demais.

Ao pessoal que solicitou, estou disponibilizando os slides do minicurso que ministrei. Que esse seja o primeiro de vários.

Iniciando com desenvolvimento orientado a testes com PHP

Esse post é só para “comentar” rapidamente sobre um assunto muito pouco explorado em PHP: o Desenvolvimento Orientado a Testes ou, para os mais acostumados, TDD -  Test Driven Development.

Recentemente comecei a escrever sobre testes com o php usando o PHPUnit. Na empolgação, os textos ficaram gigantes, por isso vou precisar revisar bem antes de publicar. Talvez até separá-los em uma série de artigos.

Enquanto isso, continuo pesquisando e estudando sobre o assunto. Num desses estudos, estava pesquisando sobre Mock Objects, e eis que me deparo com um artigo em português sobre testes com php e, por sinal, muito bom. Embora o framework utilizado nos artigos seja o SimpleTest, que é bem mais simples e menos conhecido que o PHPUnit, não tira o mérito dos textos.

A série de artigos está publicada no Imasters, de autoria do Léo Hackin. Vale a pena acompanhar.

;-)

Frameworks, padrões de projetos e testes.

Desde a última vez que escrevi neste humilde blog, minha experiência com padrões de projetos e desenvolvimento orientado a testes era, digamos, bem básica e insuficiente para arriscar opiniões sobre conceitos, técnicas, ferramentas etc.

Hoje posso dizer que o conhecimento sobre esses temas é suficiente para poder arriscar palpites e algumas dicas aos menos experientes no assunto. Relacionar o desenvolvimento orientado a testes (tdd) aos padrões de projeto (design patterns) é quase como relacionar pão com manteiga, café com leite, arroz com feijão. Enfim, combinações que você sabe que não andam o tempo inteiro lado a lado, mas que vez ou outra acabam se encontrando.

Quanto a frameworks, não posso dizer que o mesmo conhecimento que eu tinha foi tão modificado. O que se alterou foi apenas a interpretação acerca das características e recursos dos frameworks que sempre tive mais contato e trabalho atualmente: Symfony e Zend Framework.

Com a bagagem de conhecimento que adquiri nesse último ano, trabalhando mais com arquitetura de software do que desenvolvimento para web (html, js, css etc) propriamente dito, posso dizer que já dá para começar a rascunhas alguns textos, artigos e tutorias sobre padrões, testes e frameworks de forma mais ampl

É esperar e ver no que dá :)

Escrevendo URLs no Zend Framework

O Zend Framework, assim com os demais frameworks que utilizam o padrão MVC, possui uma estrutura de roteamento para mapear e direcionar corretamente os seus controles e ações de acordo com determinada url requisitada pela aplicação. Também como os demais, possibilita a escrita de urls para estes controles na camada de visualização quando necessário, através dos “helpers”.

Infelizmente, o helper responsável pela escrita dessas urls ainda é bastante imaturo. A forma como deve ser feita esta tarefa é trabalhosa, chata e principalmente, improdutiva. Só o fato de ter de indicar “TODOS” os parâmetros para a escrita da URL em uma estrutura de array associativa soa como um paradoxo, já que o próprio framework possui mecanismos que fazem o parser na url requisitada, identificando os parâmetros necessários e passando-os ao roteador. Ou seja, é um retrabalho e não um reúso. Exemplo de uma url escrita da forma padrão em um arquivo de template.

< ?php
echo $this->url(array(
    'controller' => 'users',
    'action'  => 'edit',
    'id'  => 25
));
?>

A saída do exemplo será: /users/edit/id/25. Analisando a url, seria mais fácil simplesmente escrever da seguinte forma:

< ?php echo "/users/edit/id/25"; ?>

Desta forma o resultado é mais rápido, porém, você perde em termos controle, já que a escrita é manual e se você alterar o nome do controle ou da ação, a url passará a ser inválida (a não ser que você use roteadores customizados).

A maioria dos frameworks, como Symfony, Cake etc, implementam tanto a forma de escrita com os parâmetros em um array, quanto uma string contendo a url desejada, fazendo a conversão automática dos mesmos para o formato padrão do framework ou da aplicação. O Symfony, por exemplo, implementa a escrita da seguinte forma:

< ?php echo url_for('users/edit?id='. 25); ?>

O Symfony automaticamente converterá isso para o formato /users/edit/id/25. Considero essa forma muito mais elegante e produtiva, pois está mais próximo da realidade das urls “dinâmicas”. No entanto, se houver mais parâmetros, a coisa já começa a complicar.

Voltando a forma como o Zend Framework implementa este recurso, já se sabe que ele não é tão flexível assim, então é necessário criar um helper na camada de visualização para esta tarefa. Podemos inclusive, aproveitar o que já foi desenvolvido e é padrão do framework e encontra-se na pasta: Zend/View/Helper/Url.php.

< ?php
require_once 'Zend/View/Helper/Abstract.php';

class Zend_View_Helper_MyUrl extends Zend_View_Helper_Abstract
{ 
     /**
       * Return the URL
       *
       * @param string|array $urlOptions
       * @param string       $name
       * @param bool         $reset
       * @param bool         $encode
       * @return string
       */
       public function myUrl($urlOptions, $name = null, $reset = false, $encode = true)
       {
          $front  = Zend_Controller_Front::getInstance();
          $router = $front->getRouter();

          if (is_string($urlOptions)) {
             $urlOptions = '/'. ltrim($urlOptions, '/'); // Case the first character is a '?
             $request = new Zend_Controller_Request_Http(); // Creates a cleaned instance of request http
             $request->setBaseUrl($front->getBaseUrl());
             $request->setRequestUri($urlOptions);
             $route = $router->route($request); // Return the request route with params modifieds
             $urlOptions = $route->getParams();
          }
 	  return  $router->assemble((array) $urlOptions, $name, $reset, $encode);
      }
 }

Salvo o helper, é só utilizá-lo. Agora ele suporta todos os formatos:

< ?php echo $this->myUrl(array(
   'controller'=> 'users',
   'action' => 'edit',
   'id'  => 25
)); ?>

ou

< ?php echo $this->myUrl('users/edit?id=25'); ?>

ou

< ?php echo $this->myUrl('users/edit/id/25'); ?>

Muito mais simples, elegante e bem produtivo!

É possível ainda utilizar os outros parâmetros do helper padrão, como o nome do roteador a ser utilizado para formatar a url, se o mesmo vai ou não utilizar a url base ou somente a partir da atual e se a url será codificada ou não – bastante útil para utilizar como valor de outros parametros. ;-)

Até a próxima.

Zend Framework 1.7

Já está disponível a versão 1.7 do Zend Framework. Vários aprimoramentos importantes foram incluídos. Claro, o destaque, sem dúvida alguma, é para o componente AMF (que pode ser baixado separadamente), para criação de aplicativos remotos Flash com PHP.

Além do suporte ao AMF, os componentes FileTransfer e ProgressBar foram dois adicionais importantes para upload e download de arquivos e verificação do status de envio e carregamento de arquivos, respectivamente. Mas, ainda precisam amadurecer bastante, pois há muita coisa não implementada, principalmente no FileTransfer, que não tem implementação para download e somente suporta o protocolo HTTP.

Um componente bacana que fazia muita falta era o de paginação, que no ZendFramework, serve não só para paginar resultados de consultas de banco, mas também para datasources oriundos de xmls, arrays, desde que os mesmos implementem ou a interface Iterator. Como é quase certo que boa parte da utilização desse componente é com banco de dados, implementaram agora o suporte ao Zend_Db_Table. Isso é muito importante na hora de paginar, pois o Paginator apenas implementava a paginação e executa os resultados retornando um objeto ArrayIterator apenas, dificultando bastante a tarefa de paginar os resultados de uma tabela extendida do Zend_Db_Table, que teria que ser feito manualmente pelo método limit no select da tabela. Agora o paginator já faz isso, bastando apenas passar o objeto da tabela, que o fará utilizar o adaptador DbTableSelect.

Outra novidade, é o ZendX, que nessa versão, traz o componente Zend_JQuery, que suportará métodos para escrita de código javascript na camada de visualização. Isso é um passo importante, pois o Zend Framework já suporta o Dojo, e como há uma variedade frameworks javascript, é interessante esse suporte. O mais legal é que não será preciso dizer ao script de visualização que componente você utilizará, mas, apenas escrever o método relativo a funcionaliadde javascript que deseja e o framework se encarrega do resto. Como o jQuery é praticamente o mais famoso e mais utilizado hoje, é certo que esse componente fará uma grande diferença no futuro.

Também foi promovido ao incubator, o Zend_Tool, componente que proverá classes para geração de código Php, interface em linha de comando para criação e gerenciamento de projetos MVC em ZendFramework, que para mim era o que faltava para ser de fato o melhor framework, pois há muito tempo os demais já ofereciam essa opção, como o Symfony. Alías, esse será o foco do framework na versão 1.8, o desenvolvimento rápido de aplicações, ou RAD, do termo em inglês, para os íntimos.

Na integração de serviços, foi aperfeiçoado o suporte ao GData e adicionado suporte ao Twitter.

O Zend Framework 1.7 está disponível para download here.

Zead Project

Estou iniciando um projeto pessoal, o Zead, uma aplicação para construção e gerenciamento de cursos para educação a distância em formato hipertextual (HTML), através de interface web. 

O projeto está hospedado no Google Code sob a licença BSD (provisoriamente) e Creative Commons. 

Ah, se o nome lhe parece estranho ou familiar, é porque é mesmo. A letra Z é de Zend Framework, já que o projeto é baseado todo nele, e EAD, de educação a distância. 

Em breve mais detalhes do projeto. :)

Zend Framework 1.6 RC1

Já está disponível a versão 1.6rc1 do Zend Framework. Olhando rapidamente as mudanças desta nova versão, considerei algumas como excelentes e até demoradas para um framework maduro como o Zend. Nos meus últimos trabalhos, o adotei como o framework oficial para aplicações MVC, e foi uma grande experiência. Fiquei muito satisfeito tanto com o resultado final quanto com a produtividade.

Mesmo assim, tive algumas necessidades de implementação, principalmente aquelas relacionadas a banco de dados, que acabei desenvolvendo eu mesmo. Não foi uma tarefa tão difícil, já que o framework oferece os recursos de plugins/helpers, bastando estender as classes nativas do framework e implementar as funcionalidades que necessitava.

A paginação de resultados do banco tanto na camada de visualização quanto na própria abstração do banco e o envio de arquivos por upload foram os recurso que eu precisei implementar na unha mesmo. Para minha grata surpresa, esta nova versão do framework traz dois componentes que fazem exatamente essas tarefas, o Paginator e File Transfer.

Mas como bom beta tester que sou, já vou começar a explorar as novas mudanças até o lançamento da versão final, que deve sair até o fim do ano, presumo.

Reestréia

Mais uma reestréia. Dessa vez em um domínio próprio e que espero ser definitivo. Assim vou ter mais liberdade para gerenciar não só o site, mas também o site de clientes para quem desenvolvo sites e aplicações. 

Não pretendo dar ao blog um ar de site “formador de opinião”. Como é um site pessoal, o intuito aqui é apenas compartilhar uma ou outra informação que por ventura seja comum a outros desenvolvedores. E claro, também divulgar meus trabalhos. 

Que esta reestréia seja próspera.

Postando diretamente do Microsoft Word 2007

Um, dois, três…testando.

Sim, é apenas um teste….ou não. Instalei o Office 2007 e estou testando seus recursos. Confesso que não sou fã de ferramentas de escritório e nem tenho essa necessidade de utilização constante, a não ser o Word para textos esporádicos de manuais e relatórios no trabalho ou trabalhos de faculdade e ainda assim em raras ocasiões. Acho que uso mais o Excel, para fazer as continhas a pagar no mês e às vezes para importar, formatar e exportar alguns dados, geralmente de bancos de dados, tabelas HTML e arquivos textos separados por tabulação. E só!

Até que estou gostando desta nova suíte. Mesmo sendo um adepto da utilização de softwares de código aberto, ainda tenho preferência por alguns softwares licenciados para algumas tarefas e para escritório não é diferente. E sim, já utilizei Open Office, BrOffice , mas sinceramente, não gostei muito, mesmo torcendo pelo sucesso dela, principalmente por utilizar o formato OpenDocument, que é o único fator lamentável no Office.

Mas, o resultado final realmente é muito bom. A mudança na interface melhorou muito a experiência de usuário. A meu ver, apenas transformaram os comandos localizados nos clássicos menus rollover no canto superior esquerdo para o esquema da abas. Mas estão bem mais organizadas, agrupadas por temas e funções, acompanhadas em sua maioria de ícones e elementos visuais, que tornam a interface bem mais intuitiva.

E esta postagem, com uma singela mini-resenha das “velhas” novidades do Office, está sendo redigida, ou melhor, foi redigida e publicada diretamente do novo Word. Sim, agora ele conta com uma nova funcionalidade que já é bem conhecida e velha em outros pequenos programas, que permite escrever e postar diretamente em um Blog. E na lista de provedores de serviços, estão os mais conhecidos e o WordPress marca presença. Basta criar um novo documento, selecionar blog e serão solicitados os dados de tipo de provedor, endereço do provedor, usuário e senha. Feito isso, é só escrever e publicar.

Ponto pro Office!